quinta-feira, 7 de maio de 2009

Gripe A.

29/04/2009 , às 20h50 

Brasil está preparado para gripe suína, diz ministro


Ministro apresenta a jornalistas todas as medidas tomadas no país. Foram notificados dois casos suspeitos e outros 36 estão em investigação; não há casos confirmados 

Brasil está preparadoO ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou nesta quarta-feira (29), em entrevista coletiva, que o país está preparado para enfrentar uma pandemia de gripe suína, quando uma epidemia da doença atinge diversos países. A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou o nível de alerta para pandemia da gripe suína de 4 para 5. Isto significa que há risco de que esse cenário aconteça e os países devem estar preparados para acionar seus planos de contingência.


“O País está preparado para esta situação. Temos um plano de contingenciamento desde 2005; os aeroportos e portos estão em alerta; há uma rede de 52 centros de referência para o acompanhamento e tratamento de eventuais casos da doença” (veja aqui a lista completa), ressaltou o ministro. 

Temporão informou que o Brasil tem estoque suficiente do medicamento para o tratamento da doença. O Ministério da Saúde dispõe, para uso imediato, de 6.250 tratamentos para adultos e 6.250 tratamentos pediátricos.

Além disso, há um estoque estratégico de 9 milhões de tratamentos (suficientes para, pelo menos, 9 milhões de pessoas). A matéria-prima está acondicionada a granel e pode ser transformada em cápsulas no laboratório de Biomanguinhos (no Rio de Janeiro) e em laboratórios da Marinha e do Exército. Juntos, os laboratórios tem capacidade de produzi 300 mil cápsulas por dia (o equivalente a 30 mil tratamentos). A quantidade de medicamento e o início do processamento serão indicados pelo Ministério, conforme a necessidade.

O ministro advertiu, porém, sobre os riscos da automedicação. “A automedicação, além de desaconselhada, pode ser muito prejudicial. Todo medicamento para tratamento dessa doença está em poder do Ministério da Saúde. A automedicação pode maquiar sintomas, alterar os sintomas e criar resistência ao tratamento”, alertou.

Há no País dois casos suspeitos, na capital de São Paulo e em Belo Horizonte (MG). Em ambos os casos, os pacientes estão isolados e sendo tratados para a doença, apesar de ainda não haver a confirmação via exame laboratorial.

Ainda assim, nesta quinta-feira, todos os estados receberão 20 tratamentos completos da doença, como medida de precaução. Os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro já receberam 200 tratamentos cada. 
A OMS disponibilizou nesta quarta-feira na Internet a sequência genômica do vírus, o que possibilitará ao Brasil realizar, no prazo de dez dias, exames específicos para diagnosticar a doença em três laboratórios públicos: Instituto Evandro Chagas (PA), Instituto Adolpho Lutz (SP) e Fiocruz (RJ).

Gripe A.




03/05/2009 , às 12h23 

Brasil fecha cerco ao vírus da gripe

Mudanças nos critérios de classificação de casos suspeitos e em monitoramento ampliam a ação da vigilância em saúde nos aeroportos brasileiros  O Ministério da Saúde alterou, na última sexta-feira (1º), as regras para a definição de casos suspeitos e em monitoramento da doença causada pelo vírus Influenza A (H1N1). Agora, passam a ser consideradas suspeitas de ter a doença as pessoas provenientes de países com casos já confirmados e que apresentam os sintomas da doença ou, ainda, que tenham tido contato próximo com pessoas infectadas (veja quadro). Até quinta-feira (30/04), eram considerados casos suspeitos aqueles de pessoas que vinham apenas das áreas afetadas nesses dos países com casos confirmados.  Já os casos em monitoramento são aqueles de passageiros vindos de qualquer país não afetado pelo Influenza A (H1N1) e que apresentem os sintomas compatíveis com o quadro suspeito. Até então, estavam em monitoramento pessoas que vinham de área sem ocorrência de casos, mas situadas em países afetados, e que tinham alguns dos sintomas da doença. Também são monitorados viajantes que venham de país afetado, mas apresentem apenas alguns sintomas da doença.  A intensificação da vigilância decorre do aumento no número de países com confirmações de casos da doença e ao aumento de áreas afetadas pelo vírus dentro de alguns desses países. No entanto, de acordo com o diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, a população deve ficar tranqüila, pois país conta com uma rede de vigilância atenta e capacitada para monitorar a situação nos aeroportos.  MAIS FOLHETOS - O Ministério da Saúde ampliou a quantidade de materiais informativos sobre a doença distribuídos nos aeroportos brasileiros. Neste sábado (01/05), foram enviados mais 500 mil folders com informações detalhadas sobre o vírus Influenza A (H1N1) e as formas de prevenção em três línguas (português, inglês e espanhol) aos aeroportos do país. Ao todo, já foram distribuídos 800 mil folders pelo Ministério.  Durante coletiva de imprensa ontem (2), Hage ainda reforçou a importância de que a população não adote a automedicação. Os medicamentos para a doença só são aplicados em casos de prescrição médica e em pessoas que apresentaram os sintomas em até 48 horas. A automedicação pode mascarar ou atenuar os sintomas e, ainda mais grave, provocar resistência no organismo humano ao medicamento específico usado para o tratamento.  Quadro de classificação de casos suspeitos e em monitoramento 

CASOS

CLASSIFICAÇÃO

Monitoramento

Suspeito

Passageiro de vôo de internacional proveniente de PAÍS AFETADO com febre alta (>38º) e tosse, além de sintomas compatíveis com a definição de quadro suspeito.

 

 

X

Passageiro de vôo de internacional proveniente de QUALQUER PAÍS NÃO AFETADOcom febre alta (>38º) e tosse, além de sintomas compatíveis com a definição de quadro suspeito.

 

X

 

 

Passageiro de voo internacional de PAÍS AFETADO que apresenta febre NÃO MEDIDAE tosse, podendo ou não estar acompanhado dos demais sintomas compatíveis com a definição de quadro suspeito.

X

 

Outras informações  Atendimento à Imprensa  (61) 3315 3580 e 3315 2351

Gripe A.

06/05/2009 , às 13h50 

NOTA À IMPRENSA


Ocorrências de casos humanos de influenza A (H1N1) 

1. O Ministério da Saúde acompanha 26 CASOS SUSPEITOS de Influenza A (H1N1) no país, nos estados de São Paulo (9), Rio de Janeiro (3), Distrito Federal (2), Goiás (2), Santa Catarina (2), Tocantins (2), Mato Grosso do Sul (1), Minas Gerais (1), Paraíba (1), Paraná (1), Pernambuco (1) e Rondônia (1). 

2. Além disso, 15 CASOS estão EM MONITORAMENTO em sete estados e 99 foram DESCARTADOS (veja tabela abaixo). Os números referem-se a informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde até as 9h30 desta quarta-feira.

3. Até ontem (5/5), havia 28 casos em monitoramento, 28 suspeitos e 73 descartados.

 

4. Desde a última sexta-feira (1º/5), o Gabinete Permanente de Emergências do Ministério da Saúde alterou a definição de caso suspeito e em monitoramento para o vírus Influenza A (H1N1) para ampliar a vigilância da circulação do vírus. A mudança ocorreu a partir do aumento no número de países com casos confirmados da doença e, ainda, o aumento de áreas afetadas pelo vírus dentro de alguns desses países.

São considerados CASOS SUSPEITOS: 

a) Pessoa que apresentar febre alta de maneira repentina (acima de 38ºC)



Tosse, podendo estar acompanhadas de algum dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, dificuldade respiratória;



Ter apresentado sintomas até 10 dias após sair de países que reportaram 
casos pela Influenza A (H1N1);

OU

Ter tido contato próximo*, nos últimos 10 dias, com uma pessoa classificada 
como caso suspeito de infecção humana pelo novo subtipo de Influenza 
A (H1N1).

* Para o Ministério da Saúde, contato próximo é a pessoa que cuida, convive ou teve contato direto com secreções respiratórias ou fluidos corporais de um caso suspeito.

São considerados casos EM MONITORAMENTO: 

a) Pessoas procedentes de país(es) afetado(s), com febre não medida E tosse, podendo ou não estar acompanhada dos demais sintomas referidos na definição de caso suspeito;

OU

b) Viajantes procedentes de voos internacionais, nos últimos 10 dias, de país(es) não 
afetado(s) E apresentando os sintomas de acordo com definição de caso suspeito. 

São considerados países afetados os países com casos confirmados e divulgados pelos governos ou pela OMS. Até a divulgação deste boletim, a OMS reconhecia a existência de casos suspeitos em 22 países: México, Estados Unidos, Canadá, Espanha, Reino Unido, Alemanha, Nova Zelândia, Israel, França, Itália, El Salvador, Áustria, China (Hong-Kong), Costa Rica, Dinamarca, Holanda, Irlanda, Suíça, Colômbia, Coréia do Sul, Portugal e Guatemala.

A recomendação para as pessoas que sentem algum dos sintomas e que passaram por países afetados pela influenza A (H1N1) é procurar um serviço público de saúde imediatamente. Existem, no país, 52 hospitais de referência (ao menos um por estado) para atendimento de eventuais casos que precisem ser monitorados. 

O Ministério da Saúde NÃO RECOMENDA que a população tome medicamentos por conta própria. A automedicação pode mascarar ou atenuar sintomas, além de provocar resistência ao medicamento específico para influenza. 

Gripe A.




06/05/2009 , às 22h21 

NOTA À IMPRENSA

1. O Ministério da Saúde informa que chegaram ao Brasil, na tarde desta quarta-feira, os kits para realização de exames laboratoriais para Influenza A (H1N1). 2. O material já está a caminho dos laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, e do Instituto Adolf Lutz, em São Paulo. 3. O Ministério da Saúde continua aguardando o recebimento dos kits que serão enviados para o Instituto Evandro Chagas, em Belém (PA). 4. Esses são os três laboratórios de referência do Ministério da Saúde para a realização dos exames que vão confirmar ou descartar casos de Influenza A (H1N1) no país. 5. Até as 9h30 desta quarta-feira, o Ministério da Saúde acompanhava 26 casos suspeitos da doença no país, nos estados de São Paulo (9), Rio de Janeiro (3), Distrito Federal (2), Goiás (2), Santa Catarina (2), Tocantins (2), Mato Grosso do Sul (1), Minas Gerais (1), Paraíba (1), Paraná (1), Pernambuco (1) e Rondônia (1). 6. Após o início da análise das amostras dos pacientes, o resultado dos exames pode sair a partir de 72 horas. Atendimento à Imprensa (61) 3315-2351/3580 jornalismo@saude.gov.br 

Gripe A - Suína - Porcina.



Dois mil anos de gripe

O alerta global contra a gripe suína, variante do vírus influenza com índice de letalidade importante – algo em torno de 6% das vítimas morre –, resgata um velho debate de biólogos e historiadores: quando, como e por que esse vírus nasceu? O livro A história da humanidade contada pelos vírus, de Stefan Cunha Ujvari, infectologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, trata do tema. De acordo com o autor, pesquisadores da Pensilvânia estudaram o material genético de amostras do vírus influenza presentes em animais de diferentes continentes e construíram sua “árvore genealógica”. Calcularam o tempo das mutações e encontraram o tempo provável em que viveu o primeiro ancestral de todos os vírus de gripe: há cerca de 2 mil anos. A razão do surgimento do vírus parece estar relacionada à domesticação dos animais, que atingiu proporções até então inéditas no período assinalado. “Possivelmente as criações asiáticas de galinhas e porcos contribuíram para o maior número de vírus circulante entre diferentes espécies”, informa o autor. Da mesma forma, animais domesticados criaram condições para que os vírus atingissem o homem. Se a história se repetir, é provável que o Brasil não escape dessa nova onda global de influenza. O Brasil segue o livro, conheceu em 1889 e 1890 um vírus da gripe surgido no sul da Rússia. Pessoas doentes embarcaram num paquete na cidade de Hamburgo, na Alemanha, e desembarcaram em Salvador. Em pouco tempo, metade da população soteropolitana estava doente. Quando chegou ao Rio, a gripe russa abateu de imediato d. Pedro II. Mais tarde, em 1918, durante a Primeira Guerra Mundial, a Europa sofreu novamente um ataque viral, desta vez de forma mais intensa. A gripe espanhola se alastrou rapidamente, justamente por conta dos deslocamentos de soldados recrutados para o conflito. Uma embarcação proveniente de Liverpool, com escalas em Recife, Salvador e Rio de Janeiro, foi o provável vetor da gripe espanhola no Brasil. “O planeta ficou gripado”, conta Stefan Cunha Ujvari. “Cerca de 20 milhões de pessoas morreram”. O próprio autor, porém, lembra que o total pode ter sido de 40 milhões, mundo afora, já que na época a notificação não era fácil. Por Liliana Pinheiro.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Gripe Suína - A - Porcina.




Ministério da Saúde anuncia chegada dos kits para diagnóstico da gripe suína - Do UOL Ciência e Saúde - Em São Paulo - 06/05/2009 - 22h05.

O Ministério da Saúde informou, na noite desta quarta-feira (6), que os kits para diagnóstico do vírus influenza A (H1N1) já chegaram dos EUA. O material já está a caminho dos laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, e do Instituto Adolf Lutz, em São Paulo. 

Situação da gripe suína no mundo, segundo a OMS, casos confirmados: 
Áustria (1 caso), Canadá (165), China, Hong Kong (1), Colômbia (1), Costa Rica (1), Dinamarca (1), El Salvador (2), França (4), Alemanha (9), Guatemala (1), Irlanda (1), Israel (4), Itália (5), Holanda (1), Nova Zelândia (6), Portugal (1), Coreia do Sul (2), Espanha (57), Suíça (1) e Reino Unido (27). O governo federal ainda aguarda os kits que serão enviados para o Instituto Evandro Chagas, em Belém (PA). Após o início da análise das amostras dos pacientes, o resultado dos exames pode sair a partir de 72 horas. Os reagentes foram produzidos a partir do seqüenciamento genético do A (H1N1), que foi liberado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) na quinta-feira passada. A partir daí, fábricas nos EUA e no Canadá começaram a fabricar os kits. Até as 9h30 desta quarta-feira, o Ministério da Saúde acompanhava 26 casos suspeitos da doença no país, nos estados de São Paulo (9), Rio de Janeiro (3), Distrito Federal (2), Goiás (2), Santa Catarina (2), Tocantins (2), Mato Grosso do Sul (1), Minas Gerais (1), Paraíba (1), Paraná (1), Pernambuco (1) e Rondônia (1).

No mundo:
O último boletim da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a gripe A/H1N1, também conhecida como gripe suína, divulgado nesta quarta-feira, registra 1.516 casos da doença. O número de países afetados pelo vírus subiu para 22, com a inclusão da Guatemala. A gripe continua se espalhando pela Europa. Nesta quarta-feira, foram confirmados novos casos no Reino Unido, na Espanha, na Itália e na Alemanha. Autoridades da Suécia também confirmaram o primeiro caso da doença no país: uma mulher de Estocolmo com cerca de 50 anos. Segundo as autoridades, ela retornou de Chicago, nos EUA, em 25 de abril e já está curada. Fora da Europa, a Coreia do Sul registrou mais um caso. De acordo com o boletim, os países com casos confirmados, mas sem registro de mortes, são os seguintes: Áustria (1 caso), Canadá (165), China, Hong Kong (1), Colômbia (1), Costa Rica (1), Dinamarca (1), El Salvador (2), França (4), Alemanha (9), Guatemala (1), Irlanda (1), Israel (4), Itália (5), Holanda (1), Nova Zelândia (6), Portugal (1), Coreia do Sul (2), Espanha (57), Suíça (1) e Reino Unido (27). Os números da OMS são menos atualizados que as notificações dos governos nacionais, mas tendem a ter mais confiabilidade científica.

 

Gripe A - Porcina - Suína.





Quarta-feira, 6 de maio de 2009, 21h31min - Gripe suína: OMS confirma 1.893 casos e 31 mortes - Do Diário Online - Com Agências

O vírus da gripe A (H1N1), conhecida como gripe suína, já contaminou 1.893 pessoas em 23 países, informou a OMS (Organização Mundial da Saúde) nesta quarta-feira. O país que lidera o ranking de incidência da doença é o México, foco inicial da gripe, onde foram confirmados 942 casos e 29 mortes. Já os Estados Unidos apresentam 642 casos da gripe suína e duas mortes. Além do México e dos Estados Unidos, apresentam casos da gripe suína o Canadá (165), Espanha (73), Reino Unido (28), Alemanha (9), Nova Zelândia (5), Itália (5), Israel (4), França (5), El Salvador (2), Coreia do Sul (2) e Áustria, Dinamarca, Holanda, Portugal, Suíça, Suécia, China (Hong Kong), Costa Rica, Irlanda, Colômbia e Guatemala com um caso cada. O nível de alerta da OMS para a gripe A (H1N1) permanece em 5, em uma escala que vai até 6. O último grau indica pandemia, ou seja, epidemia de vasto alcance, talvez global.

 

terça-feira, 5 de maio de 2009

SESAB: Uma politica de saúde.

SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - 05/05/2009

Redes de articulação intersetorial são fundamentais no combate à dengue. Doenças permanecentes como a dengue exigem, para seu enfrentamento, o trabalho articulado em rede, envolvendo diversos setores além da saúde. “É preciso pensar de forma integrada, para que as soluções venham também de forma integrada”, resumiu a superintendente de Vigilância e Proteção da Saúde da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Lorene Louise Pinto. Ela participou, junto com a professora do Instituto de Saúde Coletiva da UFBa, Ana Luísa Vilas Boas, e Caroline Duarte, da Diretoria de Atenção Básica da Sesab, da mesa “Redes integradas de atenção à saúde e intersetorialidade: o combate à dengue e outros desafios”.  A mesa aconteceu hoje (terça, 5), durante a I Mostra Estadual de Saúde da Família, que prossegue até esta quarta-feira (6) no Centro de Convenções. Segundo Lorene, as ações integradas, do combate ao vetor da dengue (mosquito Aedes aegypti) à assistência ao paciente, passando por educação em saúde, comunicação e mobilização social, devem ser permanentes, assim como a capacitação dos recursos humanos. A assistência em saúde, em particular, deve ser integrada à Atenção Básica. “A Atenção Básica é um espaço do cuidado em saúde e a Vigilância envolve ações transversais, que vão da prevenção à UTI. A vigilância em saúde na Atenção Básica demanda equipes multiprofissionais e a integralidade das práticas e integração dos serviços”, disse a superintendente. A intersetorialidade é a articulação entre sujeitos de setores sociais diversos e, portanto, de saberes, poderes e vontades diversos, para enfrentar problemas complexos. É uma nova forma de trabalhar, de governar e de construir políticas públicas que pretende possibilitar a superação da fragmentação dos conhecimentos e das estruturas sociais para produzir efeitos mais significativos na saúde da população. O conceito rompe o isolamento do setor saúde, contemplando ações e intervenções em aliança com outros setores (como educação, por exemplo) que elaboram e programam políticas públicas. “São ações mobilizadoras e articuladoras de práticas e projetos entre o setor saúde e os demais setores no planejamento, gestão, monitoramento e avaliação de intervenções”, definiu a professora Ana Luísa, que falou sobre “Ação intersetorial: o desafio da integração de políticas e práticas setoriais para enfrentar os problemas (complexos) da saúde”. A comunicação, fundamental nesse processo de articulação, é um desafio e ainda tem muito que avançar, na visão de Caroline Duarte. Ela citou, como exemplo, a falta de articulação entre a equipe de Saúde da Família, o hospital e o gestor. “Nem sempre há espaço para sentar e conversar, e as próprias equipes nem sempre conversam entre si”. Vencendo a dengue: Ainda segundo a técnica Caroline Duarte, esse contato entre equipes de Saúde da Família, hospitais, pronto atendimentos, gestores e a parceria com setores como escolas, universidades, centros de assistência social é condição indispensável para vencer doenças como a dengue. “Pensando no papel da Atenção Básica, a Unidade de Saúde da Família está inserida em um território vivo e sua equipe é composta por membros da própria comunidade. “O sentido de apostar na Equipe de Saúde da Família é que 85% dos problemas da saúde podem ser resolvidos na Atenção Básica”. No caso da dengue, diz Caroline, “todo mundo se qualifica para equipar urgências e emergências, e tem mesmo que fazer isso. Mas, até quando se vai ficar de ano em ano com ações pontuais?”, indagou. “Não temos previsão de quando não se terá mais a dengue. Na década de 1980, pensávamos que, no ano 2000, estariam resolvidas doenças como tuberculose e hanseníase. Mas elas permanecem”, complementou Lorene Pinto, superintendente de Vigilância e Proteção da Saúde. Caroline Duarte anunciou um curso de educação a distância sobre dengue, que visa ampliar a capacidade dos trabalhadores de Atenção Básica para o cuidado com pacientes suspeitos ou confirmados de dengue. A inscrição será feita pelos secretários municipais de Saúde ou Diretorias Regionais de Saúde, que deverão encaminhar ofício à Escola Estadual de Saúde Pública (EESP) com nome e e-mail dos trabalhadores a serem cadastrados. Acolhimento do usuário, manejo clínico, linha de cuidado (organização na rede de serviços), prevenção, medidas de controle e outras informações serão transmitidas no curso, que terá carga horária de 12 horas e começará à medida que os cadastros forem sendo feitos. 

Informação.






A informação livre e a grande saída para os problemas atuais, que tendem a se agravar cada vez mais. O direito a informação correta é fundamental.

Gripe Porcina, A, ou Suína.

Gripe suína

Licio Antonio Malheiros: A Organização Mundial da Saúde (OMC), já está em alerta com a incidência da gripe suína, ocorrida no México. Obviamente, esse país recebe visitação de turistas de todas as partes do mundo, mais em maior escala, dos vizinhos mais próximos, os Estados Unidos. O Brasil, também apresenta um grande número de turistas que visitam aquele país, se deslocando para Cancún, uma cidade balneária, situada na costa mexicana. Como se não bastasse, a ocorrência de uma série de doenças assolando o mundo, muitas delas gravíssimas, podendo desencadear, surtos e epidemias como a própria dengue, que esta matando um grande número de pessoas no Brasil. Agora com a propagação da gripe suína, torna-se um fator preocupante sim, não devemos alarmar a população, mais é importante que nossas autoridades, exerçam uma fiscalização intensa, través da vigilância sanitária, em portos e aeroportos. E que seja feita uma inspeção minuciosa, em todos os turistas vindos de todas as partes do mundo, principalmente dos que vierem do México. Saibam um pouco dessa doença, Gripe suína ou gripe Porcina, é causada pelo vírus H1 N1, uma combinação das cepas dos vírus suínos, aviários e humanos. A denominação Porcina se deve ao fato dela ser causada, através da infestação do porco que é hospedeiro natural, ou de objetos contaminados para o humano, a preocupação maior, é que este vírus pode ser também transmitido do homem para homem. No caso especifico do México, o contagio teria ocorrido desta forma, daí a preocupação das autoridades competentes. Até o momento, o Governo Mexicano já contabilizou aproximadamente 103 mortes confirmadas, causadas pelo H1 N1, e 1600 casos suspeitos, este fato teria levado a OMC (Organização Mundial de Saúde) a declarar, ser esta doença uma “emergência na saúde pública internacional”, se a mesma não for contida a tempo, poderá se tornar uma pandemia. Esta forma de gripe se assemelha muito, com a que corriqueiramente é acometida pelo homem, a gripe comum. Veja agora os seguintes sintomas da gripe suína: febre, cansaço, fadiga, dores pelo corpo e tosse, até o momento não se tem noticia da existência de uma vacina, para cura dessa doença, só existe uma desenvolvida para curar porcos. Segundo a OMC em tese, o medicamento antiviral oseltamivir, mostrou-se efetivo contra o vírus H1 N1. Se não forem tomadas medidas austeras por parte do governo brasileiro, poderemos estar diante de uma situação mais grave ainda, por não estarmos conseguindo combater o mosquito Aedes Aegypti, por falta de leitos hospitais e UTI (Unidade de Terapia Intensiva). O surgimento de uma nova endemia estaria por certo, colocando em colapso o nosso já combalido sistema de saúde. Se medidas preventivas e orientativas não forem tomadas de imediato, por certo esta doença grave poderá estar adentrando em nosso país, e certamente irá complicar ainda mais a nossa situação, que já é preocupante. A maneira mais eficaz, de evitar a entrada dessa doença em nosso país, será a prática de uma fiscalização intensa, na chegada desses turistas, fazendo com que os mesmos, venham a usar mascaras, e sejam imediatamente submetidos a um tipo de exame especifico, para detectar se essas pessoas estão ou não contaminada. Em caso de comprovação de infecção, os indivíduos deverão ser submetidos a uma internação e isolamento, e se preciso for, até mesmo ficarem de quarentena, para que a mesma não se propague, pois infelizmente ela pode ser contraída através de um espiro, este vírus poderá ficar em suspensão no ar, colocando em risco outras pessoas, portanto seguro morreu de velho. Pare o mundo, quero descer. Licio Antonio Malheiros - Professor, Geógrafo e Pós-Graduado em Didática do Ensino Superior. E-mail: liciomalheiros@yahoo.com.br


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